terça-feira, 9 de novembro de 2010

Sábado cultural para membros do IEV e Academia de Letras de Lorena

Membros do IEV – Instituto de Estudos Valeparaibanos e da Academia de Letras de Lorena estiveram no sábado, dia 06 de novembro, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Além das exposições fixas, foi possível apreciar uma amostra da produção literária do escritor português Fernando Pessoa.

Membros do IEV e Academia de Letras - Estação da Luz

“Uma espécie de labirinto no qual cada passo leva o visitante a uma experiência poética única, dividida em vozes e estilos diferentes, mas oriundos de uma mesma fonte: a escrita de Fernando Pessoa. A exposição “Fernando Pessoa, plural como o universo”, a primeira sobre um autor português no Museu da Língua Portuguesa, pretende mostrar a multiplicidade da vida e da obra do poeta, que se revela nos versos das dezenas de heterônimos (nomes imaginários sob os quais o autor identificava obras escritas por ele, mas com características próprias) e personagens literários criados por ele. Poemas impressos e projetados, fac-símiles de documentos, imagens de Pessoa e quadros de pintores portugueses compõem o visual da exposição, que tem ainda um vídeo feito pelo documentarista Carlos Nader, com roteiro de Antônio Cícero. A exposição tem a curadoria de Carlos Felipe Moisés e Richard Zenith, cenografia de Hélio Eichbauer, design gráfico de Heloisa Faria sob a coordenação geral de Julia Peregrino”. (site do Museu da Língua Portuguesa)
Na mesma oportunidade, o grupo prestigiou o dramaturgo lorenense, membro da Academia de Letras de Lorena, CAIO DE ANDRADE, no Espaço Cultural SESC Santana, com a peça ROCKANTYGONA.


Membros do IEV e Academia de Letras de Lorena, Caio de Andrade e Atores da Peça

Sinopse
A história conta a trajetória de Antígona, que deseja enterrar seu irmão Polinices, morto em combate contra Tebas. O governante da cidade, Creonte, decreta que os mortos que atentaram contra a cidade não recebessem enterro ou qualquer rito funerário. Antígona desafia as leis e enterra o irmão, sozinha, sendo depois presa e condenada à morte.

Antígona fala de rompimento, insatisfação, fúria juvenil e enfrentamento. Que cada um, no seu tempo e espaço, crie ou recrie o seu próprio manifesto contra a intolerância.